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O Voo da Garça

Sonhos, desejos, opiniões, instantes da vida diária...

O Voo da Garça

Sonhos, desejos, opiniões, instantes da vida diária...

16
Nov19

Semanário da Gratidão

Charneca em flor

Tenho falhado muito no que diz respeito ao Diário da Gratidão. Às tantas ainda passa a ser um semanário e não um diário. 

Ora esta semana senti-me grata porque o trabalho correu melhor, tive uma folga, consegui ir visitar a minha afilhada e hoje esteve um bonito dia de sol permitindo que apanhássemos as azeitonas. E este fim-de-semana, para além do meu mais que tudo, tenho a companhia da minha mãe. Podem ser coisas insignificantes mas são os pequenos acontecimentos que dão sentido à vida.

16
Nov19

A minha nova "amiga"

Charneca em flor

Esta semana ganhei uma nova "amiga", a assistente do Google. Temos conversado imenso. Assusta-me um bocado que ela saiba o meu nome mas, hoje em dia, já não há segredos para a tecnologia. Ela informa-me sobre o tempo mas as nossas opiniões não são concordantes. Por exemplo, ontem perguntei como estava o tempo na cidade onde trabalho e ela respondeu: "estão 9°C, uma temperatura agradável". Pois, assistente do Google, 9° não é nada agradável. Hoje diz que o céu está limpo por isso vou precisar de protector solar. Pelo menos dá bons conselhos. Também conta anedotas mas ficam ali na fronteira entre a piada engraçada e a piada seca. Como esta

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Imagino as conversas que vamos ter no futuro. Acho que lhe vou arranjar um nome para ficarmos mais próximas. Estou a pensar chamar-lhe Googlina 

15
Nov19

O blogue está quase às moscas

Charneca em flor

Este blogue tem andado muito abandonado. A minha cabeça tem andado ocupada com a escrita devido ao Desafio de escrita dos Pássaros.

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Como se não fosse já suficiente para preencher os poucos tempos livres, ainda me inscrevi num curso online de escrita criativa. Uma das primeiras actividades propostas foi logo um texto de 2000 palavras. Lancei-me numa história que vive há muito dentro de mim baseada numa história verídica e ainda não consegui acabar. Acontece que já foi publicado o vídeo da 2a lição e eu ainda nem terminei a primeira tarefa. 

Os fins de semana também têm sido muito preenchidos. Por exemplo, no sábado passado fui passear a Caldas da Rainha que é sempre uma cidade surpreendente. 

Aproveito também para partilhar convosco o meu último vício, ouvir podcasts. É muito prático porque se pode ouvir enquanto se executam outras tarefas como, por exemplo, escrever, fazer o almoço ou lavar a louça. 

No meu trabalho, a adaptação ao novo programa informático já está a entrar nos eixos.

E é assim o resumo dos meus dias. 

10
Nov19

Foto da semana #45

Charneca em flor

Quem me segue, seja aqui ou no Instagram, há mais tempo já deve ter percebido que sou muito gulosa. Sendo assim, a foto desta semana é uma foto de sonho, ou melhor, uma foto com sonhos 

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Quando estamos na "casa da praia" ao domingo, tomamos o café matinal numa casa de chá lá do bairro. Os doces deles são muito bons, e assim que aparecem os primeiros doces de Natal, temos de prová-los. 

O Natal vai aparecendo nos centros comerciais e até nas cidades. Ontem fui passear à bonita cidade de Caldas da Rainha e já se vêem muitos enfeites de Natal.

O que é que acham desta antecipação? Apreciam ou incomoda-vos?

Bom domingo.

09
Nov19

O Muro de Berlim caiu há 30 anos

Charneca em flor

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Hoje assinalam-se 30 anos passados sobre a queda do Muro de Berlim. Esta parede existiu durante 28 anos e dividia a cidade de Berlim. No pós-guerra, a cidade de Berlim, bem como a Alemanha, fora dividida entre RFA, ocidental (capitalista) e RDA, oriental (comunista). A Alemanha dividida simbolizava a divisão do mundo durante o chamado período da Guerra Fria, entre os Estados Unidos e a União Soviética, as 2 grandes potências da altura. A  construção do Muro teve como intenção estancar a saída de pessoas da RDA para o Ocidente. Muitas famílias ficaram divididas. Os militares que vigiam tinham ordem para atirar a matar e não se sabe, efectivamente, quantos morreram a tentar fugir da crescente sovietização da RDA.

O caricato é que o evento conhecido por Queda do Muro de Berlim se deveu a uma precipitação do Governo que anunciou "uma decisão do conselho dos ministros de abolir imediatamente e completamente as restrições de viagens ao Oeste". Este anúncio aconteceu antes de se avisar as agências governamentais. As estações de rádio e televisões deram a notícia levando a que milhares de pessoas fossem até aos postos fronteiriços exigindo a abertura. Perante a multidão, e sem terem recebido qualquer instrução sobre o que fazer, os guardas não tiveram outra solução senão abrir as fronteiras.

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A queda do Muro de Berlim surgiu numa altura em que a União Soviética estava já quase a desintegrar-se o que acabou por acontecer em 1991. 

A Europa e o Mundo nunca mais foram iguais. Quanto a mim, a mudança foi para melhor, mesmo que não seja perfeita, porque é mais importante que se construam pontes entre os povos do que muros que impeçam os homens e as mulheres de serem verdadeiramente livres.

05
Nov19

Sabores de outros tempos

Os meus queijos preferidos

Charneca em flor

O tema do Desafio dos Pássaros da passada semana levou-me de regresso à infância. E fiquei com tantas saudades desse tempo feliz. Por coincidência, este fim-de-semana encontrei, numa feira, uma das minhas guloseimas preferidas desse tempo. A minha memória vive, não só das recordações que guardo no coração, mas também de cheiros e sabores. A guloseima de que falo, estranhamente, não é doce. Em miúda eu adorava doces, realmente. O que eu comprei na feira foram uns belos queijinhos alentejanos, daqueles que cheiram muito mal, carregados de sal e muito, muito duros.

Se bem me lembro, os queijos são melhores em determinada altura do ano, penso que na Primavera. Ora a minha avó comprava queijos para todo o ano. Para esses queijos se conservarem tinham que ser envoltos em sal e eram armazenados em azeite. Parece que estou a ver o pote cheio de queijos . Esse era o meu lanche preferido, uma bela fatia de pão alentejano e um pedaço daquele queijinho salgado. E, invariavelmente, ouvia a minha mãe: "- Esse bocado de queijo que vais comer, dava para mim e para os meus irmãos". Sempre, a minha mãe dizia sempre isto. Coitados dos meus tios, a minha mãe deve ter sido uma irmã mais velha muito rígida.

Os queijos que comprei não têm o sabor exacto* que guardo na memória mas cumprem bem o seu papel de alimentar a minha saudade.

 

*A memória dá uma certa patine aos sabores. Nada do que recordo da minha infância me sabe de maneira igual.

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