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O Voo da Garça

Sonhos, desejos, opiniões, instantes da vida diária...

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11
Mai20

Tempestade, Pedro Abrunhosa com Carolina Deslandes

Charneca em flor

Os criadores, seja de arte, música ou literatura, são, obviamente, influenciados por tudo aquilo que se passa à sua volta. Já em 2017, Pedro Abrunhosa nos brindou com uma tocante canção inspirada pela tragédia dos incêndios. Agora foi a experiência de confinamento, as cidades vazias, o distanciamento que inspiraram esta maravilhosa "Tempestade"

Boa semana e coragem.

 

22
Dez17

Blogmas 2017 - Natal triste

Charneca em flor

Costuma-se dizer que o Natal é a festa da família. E quando a família vai ficando mais reduzida porque, pela lei da vida, vamos perdendo aqueles que amamos? Como lidar com isso? 

Eu perdi o meu pai poucos meses antes do Natal e não tenho nenhuma memória do Natal desse ano, absolutamente nenhuma. De uma coisa tenho a certeza, foi o Natal mais triste da minha vida. 

Quando perdemos alguém que estava muito presente nestes momentos, nunca mais olhamos para o Natal da mesma maneira. Podemos voltar a festejar mas faltará sempre aquele lugar na mesa. 

Neste blogmas em que reflicto sobre a ausência daqueles que amamos, principalmente nesta época, quero lembrar e prestar homenagem a todas as famílias que sofreram e sofrem, ainda, com os incêndios de Junho e Outubro. Tenho muita dificuldade em escutar as suas histórias sem começar a chorar. Todos os dias são difíceis mas estes, em que por todo o lado se sente um ambiente alegre e festivo, devem ser particularmente difíceis. Porque enquanto uns se preocupam com aquilo que vão ter na mesa da consoada, outros nem têm nem mesa nem tecto. Enquanto uns se afadigam a comprar presentes, outros choram a perda de pais, filhos, avós, netos, irmãos, amigos...

 

Ontem ouvi a nova música de Pedro Abrunhosa, "Meu querido filho tão tarde que é". Não é uma música de Natal mas é uma música sobre o amor e a perda. E o mais importante no Natal é o amor que nos une. Foi esta música que me inspirou a escrever sobre aqueles que já partiram. Nós não os vemos mas eles estão connosco na consoada, vivos nas nossas memórias, nas histórias que se contam e no nosso coração:

 

 

"Chama por mim, lá da porta do céu/ninguém cala a dor de uma mãe que perdeu"

 

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