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O Voo da Garça

Sonhos, desejos, opiniões, instantes da vida diária...

O Voo da Garça

Sonhos, desejos, opiniões, instantes da vida diária...

05
Jul18

Hoje é dia de festa 🎂

Charneca em flor

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Hoje é o meu dia. Faço 44 anos.
44? Não pode ser. Vou verificar no Cartão de Cidadão. Olha é mesmo verdade. Não posso acreditar não me sinto com mais de 22 .
Agora, a sério. Não me importo nada de fazer 44 anos. É um número giro. E sou muito mais feliz agora do que quando tinha metade da minha idade. Gosto muito mais de mim mas mantenho ainda algumas coisas da juventude como a incrível tendência para o disparate e o espanto perante a maldade humana.
Nos últimos dias tenho reflectido sobre a vida, inevitável mania dos primeiros dias de Julho. Cheguei à conclusão que, sempre que a minha idade termina em “4”, esse ano fica marcado na memória. Senão vejamos:


4 anos – começamos bem, este não me lembro.

14 anos – perdi o meu pai.

24 anos – terminei a parte teórica do meu curso, fiz a bênção das fitas e comecei o estágio na mesma farmácia onde trabalho até hoje.

34 anos – ainda não tinha 34 anos mas foi nesse ano que conheci o A., o meu companheiro nesta viagem que é a vida. Também foi o ano em que fiz a minha primeira viagem de avião. Foi até aos Açores onde vive a minha melhor amiga. Foi também nesse ano que comecei a viajar com o A., uma roadtrip pelo Norte de Espanha em Agosto e Londres em Dezembro. Fui picada pelo bichinho das viagens e nunca me curei até hoje.


O que será que os 44 me reservam?

06
Jun18

Também têm um lado bom

Charneca em flor

Nos últimos meses, têm-se intensificado as críticas negativas às redes sociais. E é verdade que as redes sociais têm muitas coisas negativas mas continuam a ter vantagens. Tenho para mim que, se forem bem utilizadas e com os devidos cuidados, podem ser uma ferramenta importante em vários aspectos da nossa vida.

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A difusão das redes sociais tem contribuído para um contacto mais democrático com pessoas a quem, de outro modo, não conseguiríamos chegar. Há muitos artistas, músicos, escritores que são muito activos neste meio e alimentam o Facebook, o Instagram ou o Twitter com frequência. Isso dá uma sensação de proximidade em relação aos nossos ídolos. Já tenho enviado mensagens a várias dessas pessoas que admiro para desejar felicidades, para comentar algo que escreveram ou mesmo para agradecer a felicidade que as suas músicas ou os seus livros me proporcionam. E não é que alguns têm a amabilidade de me responder?! Até pode ser que tenham assistentes que respondam por eles mas não deixa de ser um gesto simpático. Há 20 anos nada disto era possível. Sim, os artistas também recebiam cartas de fãs mas não era bem a mesma coisa. É ou não é uma democratização da comunicação?!

03
Mai18

Estou que nem posso

Charneca em flor

Ontem cheguei tarde e estafadíssima. Quando há colegas de férias e o movimento é intenso, há que trabalhar mais. Não sei onde arranjei energias para fazer o jantar e comê-lo, fazer iogurtes e pão caseiro e ainda 1 litro de gelatina de morango e 2 almoços para os próximos dias porque amanhã não vou conseguir fazê-lo. Ainda arranjei tempo para mudar o layout do blogue. O meu template já era antigo e parece que não estava optimizado para dispositivos móveis. Agora já pouca gente usa computador, digo eu. Adorava o meu template, desacerto de seu nome, mas se é para os meus queridos leitores terem uma experiência optimizada, seja. Ainda está muito cru. A pouco e pouco vou dando um jeitinho. 

Com toda esta canseira, até consegui trazer para casa, para lavar, uma bata que já estava lavada. Ai, ai que cabeça, a minha. Cada vez mais maluca. Por isso é que o template, desacerto tinha tudo a ver comigo.

01
Mai18

Passou tão depressa

Charneca em flor

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Por estes dias, completam-se 10 anos que conheço o A.. Nem consigo acreditar que já passou todo este tempo. E a minha vida nunca mais foi a mesma. Com altos e baixos, têm sido anos felizes. Aprendi muita coisa sobre assuntos sobre os quais pouco sabia e a minha cultura musical, política e económica ficou muito mais rica. A minha capacidade de tolerância tem sido posta à prova como nunca. Só com muita tolerância é possível a uma  viver com um . Não foi com o A. que fiz a 1a viagem de avião mas tem sido com ele que tenho vivido maravilhosas aventuras por esse mundo fora (Europa, principalmente). Nada se compara a adormecer presa no seu abraço forte. O melhor companheiro. Que venham mais 10.

24
Abr18

Com ou sem açúcar

Charneca em flor

O ser humano é animal de hábitos enraizados.

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Há uns dias que ando a tentar consumir menos açúcar. Um dos primeiros passos foi deixar de pôr açúcar no café e até tem corrido bem. No domingo passado fui tomar café fora de casa e lá vem o pacotinho. Eu, maria distraída, sento-me toda lampeira e despejo o pacote no café. Continuando com a cabeça no ar, mexi e tudo. Quando  comecei a beber o café é que percebi o disparate. O café sabia horrivelmente mal. Afinal desabituei-me mais depressa do sabor do café com açúcar  do que dos gestos assosciados ao acto de beber café. 

Já não é a primeira vez que tento esta redução de açúcar mas depois voltei aos velhos hábitos. Vamos ver como corre.

22
Abr18

Foto da semana #16

Charneca em flor

Esta semana, estou perante um problema neste desafio. Há 2 fotos com o mesmo número de  no Instagram. Pensei em escolher a minha preferida mas achei que tinha vontade de falar das 2. Então, vamos a isso.

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Reparei nestas árvores  no dia anterior mas já tinha a foto do dia pensada. Decidi logo ali que, no dia seguinte, não me escapavam. O que é curioso é que passo nesta rua todos os dias e nunca tinha reparada que estas árvores estavam cobertas de flores, sinal de que a Primavera anda por aí. Como imagino que as flores não surgiram da noite para o dia, a conclusão que se tira é que, nos outros dias, ia muito distraída ou então muito apressada que nem tinha tempo para olhar para o lado. Estes desafios de fotos têm o mérito de nos "obrigar" a olhar à nossa volta. É muito fácil encontrar motivos para fotografar quando há um dia fora do normal, quando estamos de férias ou quando vamos passear a um sítio diferente. No dia-a-dia é mais difícil por isso é preciso estar atenta.

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O dia de 5a feira estava a ser muito stressante. Felizmente tinha 2h de almoço o que me permitiu uma escapadinha até à margem do "meu" rio. Aproveitei a esplanada da magnífica biblioteca Fábrica das Palavras para trabalhar no scrapbook das minhas viagens e relaxar para ter forças para o resto do dia. A esplanada tem uma vista priveligiada não só para o rio, a ponte por onde passo para ir para casa e para o início do passeio ribeirinho por onde já tenho feito umas caminhadas. O que me recorda que vai sendo altura de recomeçar com as caminhadas.

 

 

31
Jan18

Estou derreada

Charneca em flor

Nos 2 últimos dias estive de folga do trabalho. Remunerado porque me dediquei a umas tarefas domésticas que estavam em atraso e estou derreada. Não consegui fazer tudo o que queria mas consegui avariar o aspirador o que é sempre bom. 

As arrumações serviram também para chegar a várias conclusões:

- Estou a um passo de me tornar acumuladora

- Tenho que pensar seriamente em destralhar. 

- Comprei demasiados sapatos ao longa da vida.

Coleções de Calçados4.jpg

(Um armário destes dava-me mesmo jeito)

 

- Não sei como é que era capaz de calçar saltos quase vertiginosos.

- Quando é que eu me transformei numa mulher que prefere calçar ténis em vez de stilettos? Deve ter sido quando descobri que era muito mais feliz de ténis e mochila do que de saltos e malinha pendurada no braço.

Tive que deitar alguns sapatos fora com grande pena minha mas ou já não estavam em condições de voltarem a ser calçados ou já não os calçava há mais 2 ou 3 anos ou a probabilidade de os voltar a calçar era de 1 em 10000. Fiquei com pena mas teve que ser para evitar a tal tendência para a acumulação de que falava ali em cima.

E assim sempre arranjo espaço para mais uns pares de ténis.

24
Jan18

Só me acontece a mim

Charneca em flor

peca-de-quebra-cabeca-com-um-buraco-de-fechadura-e

 

O meu nome devia ser "Maria das Peripécias". Ontem quase que não conseguia ir trabalhar. Já estava a sair atrasada. Quando fecho a porta à chave, quem diz que eu consigo tirar a chave da fechadura? Rodei, puxei e a danadinha nada de sair. Não sabia que fazer à minha vida. Não podia deixar a chave na porta, obviamente. Fui à procura de um alicate para me ajudar a puxar. Felizmente não encontrei senão ainda partia a chave. Como tinha outra chave da mesma porta, fui buscá-la para tentar empurrar a chave teimosa pelo lado de dentro (entretanto já tinha voltado a abrir a porta) e nada. O tempo passava e eu estava cada vez mais desesperada. Já diz o povo "a necessidade aguça o engenho". De repente, tive a ideia de pôr óleo na tal chave sobressalente para tentar lubrificar a fechadura. Só que o único óleo que tinha era óleo de cozinha e foi esse mesmo que usei. Não sei se foi sorte ou se venci a chave pelo cansaço, o óleo resultou e consegui resolver o problema. Horas e horas a ver a série MagGyver na adolescência dá nisto.

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