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O Voo da Garça

Sonhos, desejos, opiniões, instantes da vida diária...

O Voo da Garça

Sonhos, desejos, opiniões, instantes da vida diária...

22
Mai19

Para tudo, é preciso tempo e dedicação

Charneca em flor

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Ontem fui a uma formação sobre cuidados capilares. O cabelo é muito importante para a nossa auto-estima. O estado do nosso cabelo, assim como da nossa pele, dizem muito sobre a nossa saúde, o nosso estado emocional e o nosso estado nutricional. Para além, de cuidarmos da nossa saúde e das nossas emoções, podemos e devemos cuidar e alimentar o nosso cabelo. Em vez disso fazemos-lhe imensas maldades que não compensamos com cuidados adequados. Ontem aprendi imenso sobre uma das marcas de cuidados capilares que temos disponível na farmácia, a René Furterer. Imagino que o que acontece comigo, também acontece convosco. O tratamento capilar que faço é lavar, colocar um condicionador ou uma máscara, e  em dias bons, um produto de acabamento para as pontas secas. Mas aplico estes produtos sempre a correr. Com a velocidade que os aplico, não sei se fazem grande efeito. Na verdade, para cuidar bem do cabelo, assim como da pele, é preciso tempo e atenção. Hoje em dia, queremos efeitos imediatos em todos os aspectos da nossa vida. Cuidar do cabelo é como cuidar de plantas, exige tempo, dedicação e amor.

E, se extrapolarmos para a vida, tempo, dedicação e amor fazem falta para cuidarmos de nós mas também para cuidarmos dos outros. O tempo é um dos bens mais preciosos e cada vez mais raros.

21
Mai19

45 factos sobre mim

Charneca em flor

Aqui há dias lancei este desafio mas acho que passou despercebido. Este ano vou assinalar o meu aniversário com 45 factos sobre mim. Vou começar a publicá-los no dia 1 de Junho, ou seja, 45 dias antes do meu 45o aniversário. Se alguém tiver alguma curiosidade sobre mim, é só perguntar e assim ajudam-me no meu projecto "45 anos, 45 dias, 45 factos". 

04
Mai19

Posso contar convosco?!

Charneca em flor

Como já tenho comentado por aqui, assim que se festeja o 25 de Abril, sinto-me logo a comemorar o meu aniversário também. Afinal eu e a Revolução dos Cravos somos da mesma idade. Ando aqui a magicar uma série de posts alusivos ao meu 45o aniversário. Querem ajudar-me? O que é que gostavam de saber sobre mim? Façam perguntas através do email ou comentando este post. Prometo partilhar 45 factos sobre mim a partir das vossas perguntas e da minha vontade de partilhar um bocadinho da minha vida. Começo no dia 1 de Junho, 45 dias antes do meu aniversário.

24
Abr19

A "minha" revolução

Charneca em flor

Quando chega o aniversário da Revolução dos Cravos, começo logo a sentir-me mais velha. Afinal, somos da mesma idade. Esta altura do ano foi, desde sempre, importante para mim. Como já partilhei aqui, o meu pai assinalava sempre a data com muito entusiasmo. Quis o destino que esta data histórica ficasse marcada também na minha história pessoal. Há 12 anos libertei-me definitivamente de uma história infeliz e fiz a minha própria revolução. Depois de 1 ano de luto, também por esta altura, abri a porta e deixei alguém entrar na minha vida. E arriscar a voltar a amar também é uma forma de liberdade. 

DSC00844.JPG

Cravos Vermelhos em Múrcia 

03
Fev19

Fim de semana em família

Charneca em flor

familia-1.jpg

A minha mãe tem 2 irmãos mais novos. Um tinha 20 anos e outro tinha 19 anos quando eu nasci. Quer um quer outro casaram tarde e viveram com a minha avó durante quase toda a vida. Foram uma presença constante na minha infância e na minha adolescência. Sou mais próxima do meu padrinho mas gosto muito de ambos. Tenho as mais doces recordações com eles. O meu tio J. chamava-me pirolito porque eu era a mais pequena da casa. Em miúda ansiava pela chegada deles ao fim da tarde porque adorava que me levassem a dar uma volta de mota. Sempre sem capacete porque nos anos 80 isso era um problema menor. Do  meu padrinho herdei o gosto pela leitura. Este fim de semana estivemos todos juntos. Foi tão bom mas tive tantas saudades daqueles tempos. A vida trouxe-nos outras pessoas e novas memórias mas sinto tanto a falta dos que já não estão cá. Tenho saudades da minha infância e do vigor e da juventude que a minha mãe e os meus tios tinham nesse tempo. 

25
Jan19

O licor do meu tio J.

Charneca em flor

IMG_20190124_224524.jpgOntem foi um dia muito esgotante. Quando me consegui sentar no sofá aproveitei para saborear este licor, Nocino. Foi feito pelo meu tio, e padrinho, J., o meu tio favorito (os outros também não lêem blogues, felizmente). O meu tio J. é uma pessoa brilhante que, pelas circunstâncias da vida, não teve oportunidade de estudar mas sempre se soube desenvolver intelectualmente e sempre foi uma pessoa muito curiosa. 

Este licor é de origem italiana e foi em Itália que ele aprendeu a fazê-lo com um italiano. Ao que parece, a execução segue um determinado esquema. Segundo a informação que o meu tio põe ali na etiqueta o licor leva os seguintes ingredientes: Nozes verdes, açucar, aguardente e especiarias. O que eu sempre achei engraçado foi a teoria de execução do nocino. Diz então o meu tio que o licor tem que ser feito com nozes verdes apanhadas na noite de São João e as nozes têm que ser e  número ímpar. Depois põem-se os ingredientes num recipiente largo, coloca-se ao sol e mexe-se todos os dias. Só não me lembro por quanto tempo se mantém o licor ao sol. E todos anos , na véspera de São João, lá vai o meu tio apanhar as nozes, em número ímpar.

Sempre gostava de saber o que aconteceria se as nozes forem em número par e apanhadas  numa outra noite qualquer. Seja como for, o resultado final é bem agradável.

 

24
Jan19

Colegas de trabalho ou amigas

Charneca em flor

maos-dadas_thumb.jpg

 

Quando li esta entrevista da Joana, houve uma pergunta, e consequente resposta, que me chamou a atenção e que me fez pensar. A dada altura a querida Joana diz o seguinte:

"Para mim era mais do que normal estar a trabalhar e não sentir qualquer necessidade de fazer amigos. Na minha cabeça sempre esteve muito bem definido a diferença entre trabalho e amizade. É óbvio que se pode juntar mas não tem de acontecer porque são coisas diferentes."

Comparei a atitude da Joana em ambiente de trabalho com a minha postura. Trabalho quase há 20 anos no mesmo local. Alguns dos colegas foram mudando mas o núcleo principal foi-se mantendo. Com tantos anos e passando mais horas com as colegas do que com a família (descontando as horas que estamos a dormir) foi inevitável que se fosse construindo uma relação de amizade, quase de família. Muitas vezes cai-se num excesso de confiança. Com tudo o que isso tem de bom e de mau. 

Falando por mim, eu só me sei dedicar a 100% às pessoas e penso sempre o melhor de cada um até que me provem o contrário. Quando os dias não correm de feição e os conflitos se acumulam começo a pensar em qual é a atitude mais saudável. Surgem dúvidas na minha cabeça e penso que, se calhar, a Joana é que tem razão. As relações de trabalho e de amizade não se deviam confundir. 

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